B3ATLAS
Dados oficiais · atualização da base—

Informações financeiras de empresas brasileiras

Leia o mercado
pelos números.

Uma visão clara dos resultados e indicadores históricos das companhias abertas. Os dados vêm de fontes oficiais e são apresentados para você analisar com transparência.

Base principal
Demonstrações anuais consolidadas
Companhias—registradas na CVM
Tickers—códigos de ação no cadastro B3
Dados históricos—indicadores calculados
Último trimestre com dados—— companhias com dados

Uma companhia pode ter mais de uma classe de ação, e nem toda companhia registrada na CVM tem ação negociada na B3 — por isso o número de tickers é menor que o de companhias.

Referências do mercado

Índices econômicos

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O que você quer ver?

Rankings

Quem se sai melhor nos números

Ordenação por critério explícito e transparente. Não é recomendação nem promessa de retorno.

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#TickerCompanhiaSetorNotaDY 12mValor de mercadoLiquidez (média)
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Ordenação por critério explícito e transparente — não é recomendação nem promessa de retorno. Veja a metodologia em Metodologia.

Comparar

Duas ou três empresas, lado a lado

Indicadores fundamentais das mesmas fontes oficiais (CVM e B3), na mesma régua.

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Indicador
Informe 2 ou 3 tickers…

Comparação de indicadores oficiais (CVM/B3) — não é recomendação. “—” = dado ausente, não zero.

Carteiras

O que o ranking teria rendido

Simulação histórica do Top 10 de cada ranking — leia com as ressalvas. É ordenação por critério, não promessa de retorno.

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Não é promessa de retorno futuro. Simulação point-in-time do Top 10 de cada ranking — rebalanceamento mensal, preço ajustado por proventos, liquidez mínima conforme o ranking e sem custo de transação. Vieses não resolvidos: survivorship (universo atual de tickers), falta de histórico de capital e look-ahead na margem de segurança do Valuation. Metodologia e limitações em Metodologia.

Empresas

Escolha uma empresa para ver a ficha

Cada companhia tem uma página própria — com demonstrações, proventos, indicadores e posição nos rankings.

Consultando…

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Os dados contábeis e os indicadores ficam na ficha de cada empresa — clique em um card para abrir.

Metodologia

Como os números são calculados

Fontes, fórmulas e limitações — com transparência sobre o que não é estimado.

Últimos 12 meses
Reúne os resultados dos quatro trimestres mais recentes, sem misturar períodos diferentes.

Retorno sobre o patrimônio
Compara o lucro líquido com o patrimônio líquido médio no período analisado. Quando o patrimônio é zero ou negativo, o indicador não é mostrado: o sinal do cálculo inverteria o resultado.

Retorno sobre o capital
Compara o resultado operacional com o capital usado pela empresa. Só é mostrado quando há dados suficientes e uma regra adequada ao setor.

Fontes e dados ausentes
Usamos demonstrações oficiais da CVM. Quando uma informação não está disponível ou não é comparável, ela fica sem valor em vez de ser estimada.

Períodos
ITR é trimestral e provisório; DFP é anual e consolida o exercício encerrado. Cada resultado informa sua data-base.

Validação e qualidade
Além das demonstrações oficiais, os indicadores passam por verificações independentes de consistência. Diferenças de período, escopo ou conceito são mostradas como limitações, não corrigidas por aproximação.

Índice de Basileia
Usamos o IFData oficial do Banco Central para instituições individuais. Conglomerados não são misturados ao recorte da companhia.

Fontes e proveniência

De onde vem cada dado
  • CVM — demonstrações financeiras, indicadores históricos e cadastro de companhias abertas.
  • B3 — classificação setorial, cadastro oficial (site de relações com investidores, primeira cotação, mercado) e segmento de negociação.
  • Banco Central — Índice de Basileia por banco (IFData).
  • Sites de RI — fatos relevantes, comunicados, calendário e perfil da companhia (somente metadados — os documentos originais ficam no site da companhia).

Limitações dos dados

O que não é estimado
  • EBITDA — exibido quando a depreciação e a amortização estão disponíveis na demonstração oficial (CVM); quando não estão, fica sem valor em vez de ser estimado.
  • Cotação — é o fechamento diário da B3; não trabalhamos com preço intradiário. CNPJ, atividade, site de relações com investidores e datas de listagem vêm dos cadastros oficiais da CVM e da B3.
  • Série de 12 meses (TTM) — começa em 2012: a fonte oficial não publica o formulário trimestral de 2010, insumo do primeiro cálculo. Antes de 2012, apenas os números anuais estão disponíveis.

Índices econômicos

O que cada índice significa
  • Ibovespa — principal índice de ações da B3 (em pontos); acompanha o mercado como um todo.
  • CDI — taxa de juros de referência entre bancos, muito próxima da Selic; base da renda fixa.
  • Selic — taxa básica de juros da economia, definida pelo Banco Central.
  • Poupança — rendimento mensal da caderneta de poupança.
  • IPCA — inflação oficial do país (preços ao consumidor).
  • IGP-M — outro índice de inflação, usado em contratos e reajustes de aluguel.
  • INCC — custo da construção civil; usado em contratos de imóveis e obras.
  • Desemprego — taxa de desocupação da população (PNAD Contínua, IBGE).
  • Dólar (PTAX) — cotação de referência do dólar pelo Banco Central.
  • Basileia — em bancos, mostra o capital de segurança frente ao risco assumido: quanto maior, mais sólido.

Fontes oficiais (BCB/B3); cada card mostra a data-base da série.

Como o ranking é calculado

Ranking Buy & Hold — componentes e pesos

Cada empresa recebe uma nota de 0 a 100 por componente, calculada como o percentil dentro do grupo comparável (bancos e seguradoras de um lado; as demais empresas, de outro). A nota final é a média ponderada: quando falta um componente, o peso dele é redistribuído. São exigidos pelo menos 4 componentes para a empresa entrar no ranking — assim, quem tem poucos dados não ganha nota inflada.

  • Rentabilidade (20%) — percentis de ROE, ROIC e margem líquida (12 meses).
  • Consistência (20%) — anos com lucro positivo e estabilidade do resultado.
  • Solidez (20%) — PL/ativos e dívida líquida/EBITDA (menor melhor).
  • Crescimento (15%) — CAGR de receita e de lucro.
  • Valuation (10%) — P/L, P/VP, EV/EBITDA, preço/FCO e margem de segurança (menor melhor).
  • Dados (10%) — cobertura de dados da empresa; não é nota econômica, é o quanto de dado existe.
  • Governança (5%) — boas práticas (listagem/Nível de governança).

Checklist de elegibilidade: pelo menos 5 anos de histórico e 5 anos em bolsa · lucro positivo em todos os 5 anos (bancos e seguradoras: 4) · liquidez ≥ R$ 10 mi/dia (média de ~120 dias). O ano em curso não entra. As empresas pequenas ou pouco líquidas ficam de fora — elas têm o ranking próprio Small Caps.

Ranking Valuation — componentes

O ranking Valuation é avaliado à parte, com cinco componentes próprios (P/L, P/VP, EV/EBITDA, preço/FCO e margem de segurança) e exige pelo menos 4 dos 5. Para bancos e seguradoras, que não têm EV/EBITDA (métrica anulada para esse setor), exige pelo menos 3 dos componentes aplicáveis. Não se mistura com os componentes do Buy & Hold. Checklist: liquidez ≥ R$ 2 mi/dia.

Ranking Dividendos — componentes e pesos

Para quem investe por renda. Considera todas as empresas elegíveis, sem separar bancos e seguradoras; a nota é a média ponderada dos percentis (mesma regra de redistribuição de peso do Buy & Hold).

  • Dividendos (40%) — percentil do dividend yield: média dos proventos (dividendos + JCP) dos últimos 5 anos ÷ preço atual. Mesma base do preço-teto de Bazin.
  • Rentabilidade (20%) — médias de 5 anos de ROE e margem líquida.
  • Solidez (20%) — PL/ativos, dívida líquida/EBITDA (menor melhor) e anos com fluxo de caixa positivo.
  • Valuation (10%) — P/L, P/VP, EV/EBITDA e preço/FCO (menor melhor).
  • Dados (10%) — cobertura de dados da empresa.

Checklist: pelo menos 3 anos de histórico; liquidez ≥ R$ 2 mi/dia; o ano em curso não entra.

Ranking Small Caps — componentes e pesos

Mesma metodologia do Buy & Hold, mas só para empresas pequenas — como o Buy & Hold exige liquidez mínima de R$ 10 mi/dia, as menores ficam de fora e ganham um ranking próprio.

  • Requisito de porte: valor de mercado ≤ R$ 2 bilhões (fechamento × total de ações).
  • Rentabilidade 20% · Consistência 20% · Solidez 20% · Crescimento 15% · Valuation 15% · Dados 10% — mesmos percentis e mesma nota do Buy & Hold.

Checklist: pelo menos 5 anos de histórico, 4 anos com lucro positivo, valor de mercado ≤ R$ 2 bi e liquidez ≥ R$ 1 mi/dia (piso próprio, menor que o geral); o ano em curso fica fora.

Preço justo e preço-teto

Graham e Bazin — como são calculados
  • Preço justo (Graham) — √(22,5 × LPA × VPA). LPA = lucro por ação; VPA = valor patrimonial por ação (patrimônio líquido ÷ nº de ações). Usa os números da controladora (a própria companhia), como o mercado.
  • Preço-teto (Bazin) — dividendo anual por ação ÷ 6% (yield desejado). O dividendo anual é a média dos proventos dos últimos 5 anos (dividendos + JCP ÷ 5), o que reduz o efeito de anos atípicos.
  • Margem de segurança — distância percentual entre o preço atual e a referência (Graham). Positiva = preço abaixo da referência; negativa = acima.

São referências de estudo, não recomendação. Só aparecem quando há lucro positivo no período; ausência de dado não significa zero.

Dicionário de indicadores

Ver definições e regras
  • Receita: vendas e serviços no período informado.
  • Lucro líquido: resultado depois de despesas e impostos.
  • Margens: a margem operacional usa o resultado operacional (lucro bruto menos despesas operacionais) dividido pela receita; a margem líquida usa o lucro depois de impostos.
  • FCO: caixa gerado pelas atividades operacionais.
  • ROE: lucro líquido dividido pelo patrimônio líquido médio. Com patrimônio zero ou negativo, fica sem valor.
  • ROIC: resultado operacional comparado ao capital empregado, quando comparável ao setor.
  • TTM: resultados dos últimos 12 meses, sem misturar períodos incompatíveis.
  • Basileia: capital regulatório dividido pelos ativos ponderados pelo risco, usando BCB IFData.

Direção do indicador: em rentabilidade e margens (ROE, ROIC, margem líquida), maior é melhor; em endividamento e múltiplos de preço (dívida líquida/EBITDA, P/L, P/VP), em geral menor é melhor — sempre com cautela, pois depende do setor.

Quando faltam dados ou os conceitos não são comparáveis, o indicador fica sem valor; isso não significa zero.